Vereadora Missionária Michele Collins repercute Escola Sem Partido - Michele Collins

Vereadora Missionária Michele Collins repercute Escola Sem Partido

A vereadora Missionária Michele Collins subiu a tribuna da Casa de José Mariano, na tarde de hoje repercutir recente entrevista do ministro da educação sobre a Escola Sem Partido. Onde o gestor federal defendeu ser “quase impossível” aplicá-la, posicionando-se contrário à proposta, que prevê a neutralidade política, ideológica e religiosa dentro das salas de aula. “É fato que o aluno tem o direito de desenvolver o senso crítico. Porém, defendemos, independentemente de classe política ou orientação religiosa, que esses temas devam ser tratados no seio familiar. Até mesmo porque os professores já possuem outras obrigações e responsabilidades com a escola”, reforça a Missionária.

A Missionária destacou projetos que tramitam na casa que tratam deste assunto e versam sobre o respeito que os serviços públicos municipais devem ter quanto a esse público – O projeto de Lei Ordinária nº 130/2015, de autoria da vereadora Aimeé Carvalho, que institui, no âmbito do sistema municipal de ensino, o “Programa Escola sem Partido”; o Projeto de Lei Ordinária nº 26/2016, de autoria do vereador Carlos Gueiros, que proíbe em todas as unidades escolares da rede de ensino público do município, a utilização de livros e outros meios definidos que versem sobre a ideologia de gênero e a diversidade sexual; e o Projeto de Lei Ordinária nº 134/2016, de minha autoria, que dispõe sobre a garantia da dignidade especial de crianças e adolescentes, pessoas em desenvolvimento e em condição de especial fragilidade psicológica no município do recife e dá outras providências.

A vereadora ainda mencionou artigos da Constituição Federal que confirmam a importância da participação dos pais na formação política, ideológica e religiosa dos filhos e pediu apoio do presidente da Casa de José Mariano para uma maior celeridade na aprovação dos projetos em tramitação na casa e citados em pronunciamento. “Representam o anseio da maioria da sociedade, que encontram no nosso ordenamento jurídico o embasamento necessário para que, de fato, haja o reconhecimento do direito dos pais ou responsáveis, no sentido de que seus filhos recebem a educação moral e cívica livre de doutrinação política, ideológica ou religiosa. concluindo, peço que o ministro da educação, Mendonça Filho, reconsidere seu posicionamento acerca desse importante tema. as famílias brasileiras agradecem”, finalizou.